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MENSAGEM PARA O CORAÇÃO

 Mateus Cap. 4.16 "O povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou".

 
Estatuto ABOA Revisado

 Conforme reunião da comissão estutária e aprovação na última reunião de Conselho ABOA segue o novo estatuto que será encaminhado para registro em cartório.

 
UM CRISTÃO DEVE SE ENVOLVER EM POLÍTICA?

 Um cristão deve se envolver em política?

 
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Sim, o cristão informado deve se envolver em política. Política no sentido geral é trabalhar para o bem comum da sociedade. Política pode envolver ajudar pessoas em necessidade, alertar as autoridades e ajudar a resolver problemas ou até trabalhar no governo. A Bíblia nos chama a cuidar dos outros e a ser uma bênção em tudo o que fazemos (Tiago 1:27).
 
Todo o crente pertence ao Reino dos Céus. Mas isso não significa que não pode se envolver na política do seu país. O cristão, enquanto vive aqui na terra, tem dupla nacionalidade. Isso significa que tem direitos e deveres para com o seu país terrestre e com o seu país eterno.
 
Ignorar a política numa sociedade democrática é irresponsável. Como cidadãos temos o poder para escolher quem vai governar. Se não fizermos também não temos direito de queixar quando um governador ruim é eleito, porque o nosso voto podia ter colocado uma pessoa mais honesta no seu lugar. É também o dever de todo o cidadão crente exigir que seus governantes sejam íntegros e cooperar com eles para melhorar a sociedade (1 Pedro 2:13-14).
 
Em quem o cristão deve votar?
 
O cristão deve votar em quem acredita que vai fazer o melhor para a sua sociedade. Antes de votar é muito importante analisar com cuidado as opções e o que cada candidato pretende fazer, não só a sua propaganda (1 Tessalonicenses 5:21). Por exemplo, um candidato pode ser muito carismático mas seus planos podem estar completamente desajustados com as necessidades do povo. Também é muito importante orar e pedir orientação a Deus na sua escolha. E mesmo que seu candidato não ganhe, ore pelo governo, para que seja sábio e traga paz (1 Timóteo 2:1-2). Foi Deus que deu autoridade ao governo mas se deixarmos Deus de fora, quem fica com a autoridade é o diabo.
 
Cristão pode ser político?
 
Sim, um cristão pode ser político, se esse for o seu chamado. Tal como qualquer outra profissão, a política tem muita corrupção. O cristão que entra nesse meio precisa ser um exemplo de integridade, pedindo sempre forças a Deus para fazer o que é correto. Como crente, você também pode fazer campanha de maneira honesta, sem mentir nem fazer luta suja contra outros candidatos. Não podemos esperar que ímpios sigam a vontade de Deus, por isso é muito importante formar crentes fortes e prontos para fazer a diferença na política.
 
Temos vários casos na Bíblia de homens de Deus envolvidos na política, até mesmo em países ímpios como o Egito (José) e a Babilônia (Daniel, Neemias). Esses homens tinham um dom para governar e foram usados de maneira poderosa por Deus. Também na História temos casos de bons políticos cristãos. Dois exemplos foram Abraham Lincoln dos Estados Unidos e William Wilberforce na Inglaterra, que aboliram a escravatura em seus países.
 
Se você tem um dom para economia e seu país está em crise, porquê não servir como Ministro da Economia? O mesmo se aplica a qualquer outro cargo político. Deus recompensa os íntegros, que fazem um bom trabalho (Salmos 37:37).
 
Atenção! Ser cristão não qualifica ninguém para ser político, tal como não qualifica para ser arquiteto. É preciso 
 
formação adequada. Também não é bom um líder de igreja ocupar também cargos políticos. Esses são dois trabalhos mui
to exigentes e um ficará prejudicado. É melhor ter um ministério de cada vez. A Igreja pode ensinar sobre a importâ
ncia da política mas não deve tomar partidos. A escolha é individual, de acordo com a consciência de cada um.
 
 
A RELAÇÃO TRABALHISTA ENTRE PASTORES E IGREJA

Compartilhamos a segunda de três partes da entrevista a Revista Exibir Gospel/SP, alusiva a relação trabalhista entre os Ministros e as Igrejas, esclarecendo a inédita decisão do Tribunal Superior do Trabalho que reconheceu vínculo de trabalho entre o pastor e a Igreja, em função do desvirtuamento da atuação eclesiástica do Obreiro junto a Organização Religiosa.
 

 
Ary Velloso da Silva (1935-2012)

 A Folha de S. Paulo publicou um perfil do pastor Ary Velloso. O texto é assinado por Estêvão Bertoni, autor de todos os obituários daquele periódico.
 Eis a nota:

 
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